Decidi na louca fazer uma viagem pro Equador entre os dias 16 e 21 de Maio, pra aproveitar o feriado de "La Ascensión del Señor". Joguei na Wikipédia pra ver do qe se tratava esse dia e diz que "para o consenso da maioria dos cristãos, a doutrina da Ascensão afirma que o corpo de Jesus, depois de quarenta dias da sua ressurreição, na presença dos apóstolos, ascendeu aos céus onde se encontrou na presença de Deus Pai, não só em espírito, mas também em sua pessoa humana."
A passagem de ida ficou pro dia 16 (quarta-feira), as 18:25 e no maldito aeroporto internacional, que fica a mais de uma hora do centro de Medellín. Tive que pedir permissão para sair do trabalho mais cedo e ainda faltar a quinta e sexta (#abusei). Enfim, passei pela migraçao, ganhei meu carimbo \o/, decolei, aterrisei, migraçao em Quito, outro carimbo \o/², e fui buscar informações. Eram pouco mais das 8 da noite e tive sorte em encontrar o "quiosque i" aberto. Peguei os folhetos e guias turísticos que me interessaram e saí à procura da metrovia.
Rodei, rodei, rodei e nada de encontrar a maldita metrovia. Apelei pro coletivo linha "sei lá da peste, não conheço nada dessa cidade, quero é ir pra alguma parte mais centralizado pois aeroportos geralmente ficam afastados da cidade". Quito não era exceção, seu aeroporto ficava no extremo norte. Assim que peguei um ônibuss que fosse na direção sul. Me impressionei com o preço da tarifa, 25 centavos de dolár e acabei descendo uns 5 pontos depois, numa espécie de terminal, chamado La "Y". Peguei um outro coletivo, agora já mais localizado no mapa rumo a casa do meu host. Desci no setor que me foi indicado por ele, La Mariscal, e comecei a buscar pelo endereço.
Rodei, rodei, rodei e nada de encontrar a maldita direção. Pra piorar, ligava pra ele e ele não me atendia. Estava escuro, as ruas eram estranhas e comecei a ficar apreensivo, rs. Fui atrás de internet. Encontrei num hostel e ai tentei contato on-line. Nada. Escrevi uma mensagem pra ele explicando a situação e resolvi passar a noite no hostel mesmo. Sem vagas (y). Mas a tiazinha do hostel me indicou um outro, do seu filho, que ficava no centro e que como ela estava indo para lá em instantes, poderia me levar. Eu fui. Me cobraram 8 doláres pelo quarto privado e com banheiro. Cito os preços em dolár pois, pra quem não sabe, essa é a moeda local.
Acordei cedo, peguei o mapa e fui fazer um city-tour pelos pontos turísticos. Depois do almoço voltei pro hostel para pegar minhas coisas e não ter que pagar outra diária e, com a bagagem nas costas, fui em direçao a um vulcão inativo que fica, tipo assim, dentro da cidade, em seu extremo oeste. Dizem que do alto desse vulcão, de nome Pichincha, dá pra ver outros três nos arredores da cidade. Cheguei na base do morro em ônibus e segui subindo à pé por uns 20 minutos desde a entrada do parque até o teleférico. Tudo isso pra ser informado que o teleférico, hoje, estava desativado para manutenção (y). Sempre que lembro xingo mentalmente a filha da puta da entrada do parque que, vendo que eu ia subir o troço a pé, nem sequer me avisou que estaria fechado. Malparida!
Já eram umas 3 horas da tarde fui conhecer outras regiões da cidade. No início da noite fui pra Zona Rosa, conhecer um pouco da vida noturna. Descobri que já a conhecia sem saber do que se travava devivo as minhas andanças à procura do endereco do host que nunca me respondeu. Por volta das 21h peguei um taxi ruma a rodoviária e logo o ônibus das 22:45 rumo a Cuenca.
(Continua...)
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