domingo, 1 de abril de 2012

38 - Rio Claro - Parte II

Sábado - Caminhada

Recebemos um mapa indicando os pontos acessíveis do rio (praias), os mirantes e o local de um salto de 10 metros. Infelizmente o salto era logo no inicio da caminhada e não estava afim de fazê-la todo molhado e Roberth, medroso que só ele, tão pouco me estimulou. Não pulei. Seguimos pela trilha em busca dos pontos no mapa. Destaco duas praias, um ponto meio que cavernoso e a trilha em si que apesar de fácil era bonitinha. Quando voltamos já tinha começado a escurecer. Ao chegar ao acampamento, banho, jantar e cama.



Domingo - Rafting

20 mil pesos, 3 horas de duração e nível de dificuldade 1. Até crianças de três anos podiam descer o rio. Creio que em uns quatro momentos a correnteza ficou boa o suficiente pra nos chocarmos contra (esqueci come se chama a "parede" do rio xD). A maior parte do tempo andávamos super lento admirando a paisagem ou estávamos remando pra direcionar melhor o barco, evitar choques ou não encalhar. Encalhamos três vezes. Havia ainda meio que uma competição entre os botes. Acontece que saíam 8 de uma vez só daí rolava ultrapassagens e guerra de água. Claro, fiquei num bote com cinquentões e uma criança. Fomos os últimos a chegar. Hehehehehe. Em algum momento pouco depois da metade do percurso fizemos uma parada num local estratégico. Estilo uma caverna em meia lua para tomar fotos, descanso e apreciar a paisagem. Não tomei uma foto sequer. Acontece que a organização das atividades recomenda tão intensamente não portar câmera com o discurso que tudo se molha ao ponto de quase dizer que é proibido. Puro enxame que só percebi quando já era tarde demais. Enfim, ao final do percurso havia um pau de arara com reboque (para os botes) para nos levar de volta ao El Refúgio.

No dia seguinte iríamos fazer a caverna, atividade para qual exigiam o uso de lanterna. Quem não tinha podia comprar com eles por 16 mil pesos. Antes fomos dar uma olhada no supermercado do "vilarejo" onda havia e compramos por 12. Aproveitei e comprei também uma vasilha térmica para proteger a câmera durante o percurso (tocava atravessar rio a nado e talz e rolava a mesma recomendação de não levar câmera pois tudo se molha e aqui eram ainda mais veementes). Acampamento, banho, janta e cama. Cama e chuva, muita chuva, muita chuva mesmo. Durante a noite senti água pelo braço e acordei. Meio que alagou o terreno e a água entrava pela costura da barraca. Isso que dá comprar uma barraca de tão mal qualidade rs. Mas como era pouca a água, coloquei duas camisas nos cantos e resolveu o problema, esse problema, pelo menos. Voltei a dormir.



Segunda - Caverna?

O rio não era mais claro, o dia estava nublado e a atividade de hoje suspensa até segunda ordem. O nível do rio subiu muito devido as chuvas e não era seguro prosseguir. Disseram para que voltássemos por volta de meio dia para ver se rolava. Voltamos quase duas e o que encontramos foi um anúncio dizendo que não haveria mais Caverna nesse dia. O rafting e a tirolesa, entretanto, estavam funcionando sem problemas. Muito triste isso. Se tivéssemos  nos planejado diferente teríamos feito Caverna no dia anterior e o Rafting numa correnteza um pouco mais interessante. Decidi que tenho que voltar em um outro momento pra fazer a atividade que ficou pendente,. Nos arrumamos e fomos pro ponto pegar um ônibus de volta a Medellín. Creio que por volta de 4 e meia partirmos e dessa vez a viagem não me cansou tanto pois dormi quase que todo o tempo. Rodoviária, estações de metrô, rua, casa.


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